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	<title>Ronda Cultural</title>
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		<title>Ronda Cultural</title>
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		<title>A misteriosa sacolinha brasileira de Madonna</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 18:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intrigando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O destino dos US$ 10 mi obtidos pela popstar é enigmático até para &#8220;parceiros&#8221; de seus projetos; ONGs &#8220;apoiadas&#8221; reclamam de muitos flashes e pouco resultado divulgação     Com o gari Renato Sorriso e o presidente da AmBev, João Castro Neves,Madonna recebe US$ 1milhão para a Success for Kids &#8220;Hello&#8230; Ir ao camarote da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=257&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O destino dos US$ 10 mi obtidos pela popstar é enigmático até para &#8220;parceiros&#8221; de seus projetos; ONGs &#8220;apoiadas&#8221; reclamam de muitos flashes e pouco resultado </strong></p>
<p><em><span style="color:#c0c0c0;">divulgação</span></em></p>
<div><em><span style="color:#c0c0c0;">
<a href='http://rondacultural.wordpress.com/2010/02/23/a-misteriosa-sacolinha-brasileira-de-madonna/i2102201002/' title='i2102201002'><img data-attachment-id='258' data-orig-size='350,253' data-liked='0'width="150" height="108" src="http://rondacultural.files.wordpress.com/2010/02/i2102201002.jpg?w=150&#038;h=108" class="attachment-thumbnail" alt="i2102201002" title="i2102201002" /></a>
</p>
<p></span></em></p>
<div><em><span style="color:#c0c0c0;"> </span></em></div>
<p><em><span style="color:#c0c0c0;"> </p>
<p></span></em></p>
<p><em>Com o gari Renato Sorriso e o presidente da AmBev, João Castro Neves,Madonna recebe US$ 1milhão para a Success for Kids</em></p>
<p style="text-align:center;">&#8220;Hello&#8230; Ir ao camarote da Brahma no Carnaval? Yeah, se vocês doarem US$ 1 milhão para os meus projetos sociais, eu passo duas horas lá. Bye, bye!&#8221; Era a cantora Madonna ao celular, na linha com um representante da AmBev, em conversa ouvida por empresários de SP que estavam com ela para negociar apoio à ONG Success for Kids (SFK, sucesso para crianças), na semana passada.</p>
<p>                                                                           <img class="aligncenter" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif" alt="" /></p>
<p>Desde novembro de 2009, quando veio ao país, subiu o morro, almoçou e jantou com milionários e bilionários brasileiros e distribuiu sorrisos ao lado de políticos, a popstar já arrecadou cerca de US$ 10 milhões para a entidade. Mesmo amplamente divulgada, a peregrinação suscitou dúvidas. Apagados os holofotes dos encontros, as quantias em dinheiro já foram depositadas? Em que conta? E como serão usadas? Em benefício de quem?</p>
<p style="text-align:center;"> <img class="aligncenter" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif" alt="" /></p>
<p>A SFK tem uma diretora no Brasil, Estela de Wulf, que contribui pouco para os esclarecimentos. A Folha tenta entrevistá-la há mais de dois meses, mas Estela diz que está ocupada e que não pode responder.</p>
<p style="text-align:center;">                                                      <span id="more-257"></span>                     <img class="aligncenter" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif" alt="" /></p>
<p>Na quinta-feira, sua assessoria de imprensa enviou um texto de apresentação da ONG, segundo o qual a entidade trabalha no &#8220;desenvolvimento socioemocional, físico e intelectual&#8221; de crianças de 8 a 12 anos, que aprendem ali &#8220;que suas realidades são resultado de suas próprias escolhas, e não do meio ou das circunstâncias em que vivem&#8221;. Em termos mais específicos, o trabalho é levar lições da cabala (vertente mística do judaísmo) a garotos pobres. Se há algum tipo de caridade, a ONG não detalha qual é. O texto diz também que a organização está no Brasil desde maio de 2008 e, de lá para cá, adaptou suas aulas &#8220;para as necessidades locais&#8221;, capacitou quatro professores e promoveu 22 cursos-piloto.</p>
<p style="text-align:center;">                                                                        <img class="aligncenter" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif" alt="" /></p>
<p>Das doações prometidas, pouca coisa já saiu das cartas de intenções. A EBX, empresa do bilionário Eike Batista, diz que, dos US$ 7 milhões (cerca de R$ 12,8 milhões) anunciados, &#8220;US$ 500 mil serão doados em cash (dinheiro vivo)&#8221;. &#8220;Serão&#8221;, no futuro. E os outros US$ 6,5 milhões? A empresa diz que a SFK receberá o montante &#8220;de acordo com o atingimento de metas&#8221; de seus programas sociais. E por que Batista foi tão generoso com o pleito de Madonna? &#8220;A proposta de trabalho de desenvolvimento da autoestima das pessoas foi considerada apropriada para o apoio.&#8221;</p>
<p style="text-align:center;">                                                                       <img class="aligncenter" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif" alt="" /></p>
<p>O banqueiro Luis Octavio Indio da Costa prometeu US$ 1 milhão (cerca de R$ 1,8 milhão) em nome de seu banco, o Cruzeiro do Sul. Vai dar a quantia em 24 parcelas de US$ 41,6 mil (cerca de R$ 76 mil), porque &#8220;evidentemente, a gente quer ver como esse dinheiro é aplicado&#8221;. E acertou com Madonna que será um &#8220;arrecadador informal&#8221; da SFK junto aos amigos endinheirados de SP.</p>
<p style="text-align:center;">                                                                      <img class="aligncenter" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif" alt="" /></p>
<p>Já a AmBev informa que depositou US$ 1 milhão em conta da instituição no Brasil no dia 12, quando seu presidente, João Castro Neves, foi fotografado com a estrela ao lado de um cheque gigante. No domingo de Carnaval, ela cumpriu a promessa do telefonema: brilhou na Sapucaí usando camiseta com a marca da cervejaria. O sucesso do investimento de marketing foi claro. E o social? &#8220;Pelo que me contaram, a Success for Kids já desenvolve projetos em 15 escolas de SP há dois anos e está há seis meses no Rio. O trabalho dela tem resultado&#8221;, diz Castro Neves.</p>
<p style="text-align:center;">                                                                    <img class="aligncenter" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif" alt="" /></p>
<p>Nas ONGs Meninos do Morumbi e Lua Nova, de SP, e Energia Olímpica, do Rio, três das seis &#8220;parceiras&#8221; citadas no texto de divulgação da SFK, a opinião é outra: todas criticam a entidade.</p>
<p style="text-align:center;">                                                                       <img class="aligncenter" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif" alt="" /></p>
<p>&#8220;Há dois anos, a SFK dá um curso que passa valores éticos e morais aqui. Mas nós entramos com toda a logística, o material. Eles oferecem professores e monitores&#8221;, diz Flávio Pimenta, fundador da Meninos do Morumbi. &#8220;Parece que todo rico e famoso tem que fazer o bem por uma questão de marketing. Ajudar as pessoas é um trabalho muito mais profundo e difícil. As pessoas não podem oferecer o resto. A Madonna ajudaria mais com uma escola de música e dança. Como o Pelé faria se criasse uma escolinha de futebol.&#8221;</p>
<p style="text-align:center;">                                                                         <img class="aligncenter" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif" alt="" /></p>
<p>O projeto Energia Olímpica, do Morro dos Cabritos, no Rio, cujas crianças se apresentaram para Madonna no hotel Fasano, já recebeu o curso &#8220;As Regras do Jogo da Vida&#8221;, mas diz que nunca foi &#8220;ajudado&#8221; pela organização. &#8220;Quando falam que o nosso projeto é da SFK, é um abalo para a relação com os nossos apoiadores de fato&#8221;, afirma o coordenador Marcelo Sauaia. Por enquanto, só uma turma foi formada. &#8220;A SFK ficou de nos contatar para montar outras, mas até agora nada.&#8221;</p>
<p style="text-align:center;">                                                                         <img class="aligncenter" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif" alt="" /></p>
<p>Madonna também conheceu as alunas atendidas pela ONG Lua Nova, de Araçoiaba da Serra (SP), mas &#8220;nunca deu um tostão e nem tem previsão de dar&#8221;, diz a fundadora Raquel Barros. Para assistir às aulas na capital, uma das turmas teve de viajar com transporte pago por empresários que ajudam a Lua Nova. Raquel diz que pretende discutir com a SFK como se dará esse novo apoio. &#8220;Se vai apoiar, quero que fique claro como será. Vivemos de captação de recursos e fica difícil conseguir dinheiro quando dizem que a Madonna já está ajudando&#8221;, pondera.</p>
<p style="text-align:center;">                                                                        <img class="aligncenter" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif" alt="" /></p>
<p>Em SP, Madonna foi recebida pelo governador José Serra (PSDB). Antes do encontro, até o gabinete dele foi vistoriado pela segurança da cantora. O resultado foi uma promessa de parceria: aulas da SFK dentro do programa Escola da Família (de esporte e lazer em colégios estaduais aos finais de semana). A ideia veio do secretário da Educação, Paulo Renato Souza, que explica o que ouviu na reunião: &#8220;Disseram que a ONG tem trabalhos em vários países, boa avaliação de auditoria de empresas internacionais. Estão aplicando, aqui em SP, experimentalmente, parece que com bons resultados&#8221;.</p>
<p style="text-align:center;">                                                                               <img class="aligncenter" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif" alt="" /></p>
<p>A tal parceria, contudo, é menos concreta do que sugerem as fotos do encontro. &#8220;Nós precisamos examinar qual é o conteúdo do programa. Se houver algum tipo de proselitismo religioso, aí temos que estudar o assunto com mais cuidado.&#8221;</p>
<p><strong>DANIEL BERGAMASCO (interino) reportagem ADRIANA KÜCHLER, DIÓGENES CAMPANHA, LÍGIA MESQUITA e RICARDO WESTIN</strong></p>
</div>
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		<title>Teatro no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 04:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intrigando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[*Foto tirada pelo site salvador-bahia.tur.br Por Caroline Barreto As primeiras formas teatrais constatadas no Brasil se deram por volta do século XVI, quando os portugueses colonizavam o Brasil. Como tentativa de catequizar os índios, a chamada Companhia de Jesus utilizava a linguagem peculiar dessa região, a dança e os rituais, que misturados com formas de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=252&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-253" src="http://rondacultural.files.wordpress.com/2009/06/teatro-xviii-salvador-bahia-1.jpg?w=510" alt=""   /></p>
<p><span style="color:#888888;">*Foto tirada pelo site salvador-bahia.tur.br</span></p>
<p>Por Caroline Barreto</p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">As primeiras formas teatrais constatadas no Brasil se deram por volta do século XVI, quando os portugueses colonizavam o Brasil. Como tentativa de catequizar os índios, a chamada Companhia de Jesus utilizava a linguagem peculiar dessa região, a dança e os rituais, que misturados com formas de encenação deu-se o formato mais rústico do teatro. Destaque para o Padre Anchieta, que foi considerado pelos estudiosos como o percussor do teatro no Brasil e autor das primeiras peças brasileiras, sempre abordando assuntos religiosos, o amor de Deus e personagens como demônios, santos e imperadores estavam sempre presentes.<span id="more-252"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Os atores eram sempre índios domesticados, os mamelucos, brancos e os futuros padres que no improviso conseguiam levar a palavra de Deus e diversão aos colonizados. Identificou-se assim, o teatro como o primeiro instrumento de civilização e diversão da sociedade.</p>
<p style="text-align:justify;">No século XVII com as missões dos jesuítas já consolidada, as apresentações com temas religiosos começaram a declinar. Esse período foi denominado como Declínio do Teatro Jesuíta, dando espaço a peças de caráter crítico às lutas da época.</p>
<p style="text-align:justify;">Das peças encenadas na época, podemos destacar as comédias apresentadas nos eventos de aclamação a D. João IV, em 1641, e as encenações promovidas pelos franciscanos do Convento de Santo Antônio, no Rio de Janeiro, com a finalidade de distrair a comunidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Foi somente na segunda metade do século XVIII que as peças teatrais passaram a ter o formado que conhecemos hoje. As apresentações passaram a ter caráter popular, sendo apresentados nas praças públicas. Nessa época, era forte a característica educacional do teatro.</p>
<p style="text-align:justify;">É importante destacar a influência estrangeira no repertorio teatral da época. Destaque para Voltaire e Maffei. Alguns atores nacionais também merecem destaque: Luís Alves Pinto, que escreveu a comédia em verso Amor Mal Correspondido, Alexandre de Gusmão, que traduziu a comédia francesa O Marido Confundido, Cláudio Manuel da Costa, que escreveu O Parnaso Obsequioso e outros poemas representados em todo o país, e Inácio José de Alvarenga Peixoto, autor do drama Enéias no Lácio.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1808, à história do teatro nacional sofre melhorias significativas com a vida da família real para o Brasil. O decreto de 28 de maio de 1810 estimulou as companhias de teatro para a criação de vários teatros pelo Brasil, o que acarretou em maiores e melhores apresentações e conseqüentemente trouxe mais público aos teatros. Com o crescimento da classe teatral, nasce uma nova categoria, a do amadorismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Em meados do século XIX, com a chegada do Romantismo, o teatro nacional se estabiliza. Martins Pena, através de suas comedias foi um dos responsáveis por isso. Além do dramaturgo Artur Azevedo, o empresário teatral João Caetano, e na literatura, Machado de Assis.</p>
<p style="text-align:justify;">O teatro passou por momentos difíceis na época da ditadura. Entre 1937 e 1945, não fosse à ideologia populista que se manteve ativa por meio do teatro de revista, ele teria sido extinguido. Surgem as primeiras companhias estáveis do país, com nomes como Procópio Ferreira, Jaime Costa, Odilon de Azevedo entre outros.</p>
<p><strong>Teatro na Bahia </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Sendo Salvador a primeira capital do Brasil, o teatro veio junto com os jesuítas e somente em 1729 nasce à primeira sala de exibição permanente na cidade, com adaptação de um dos recintos da Câmara de Vereadores, na Praça Municipal. Em determinada época do ano, companhias vinham se apresentar na cidade, levando a classe media alta aos antigos teatros, como o teatro São João e o Polyteama Baiano.</p>
<p style="text-align:justify;">Já no século XIX, o teatro mais importante fora o São João, construído onde hoje está o Palácio dos Esportes, na Praça Castro Alves, antigo Largo do Teatro. O edifício de influência colonial resistiu à independência, mas, na República, já era considerado ultrapassado, desaparecendo em 1923, num incêndio misterioso.</p>
<p style="text-align:justify;">Funcionado entre 1857 e 1874, o teatro São João era lugar preferido dos intelectuais da cidade. Lá também funcionou o Conservatório Dramático da Bahia (CDB), fundado pelo dramaturgo Agrário Menezes</p>
<p style="text-align:justify;">No São João, se apresentaram grandes nomes do teatro baiano. Entre eles, Xisto Bahia, considerado um dos maiores comediantes do Brasil. Em 1880, Carlos Gomes regeu &#8220;O Guarani&#8221;. O poeta Castro Alves era um dos mais assíduos freqüentadores da casa, onde estreou &#8220;Gonzaga&#8221;, em 1867.</p>
<p>O século XX foi marcado pela construção do Teatro Castro Alves, com a ajuda financeira do governo estatal e grandes peças que passaram a ser escritas por baianos e fazendo sucesso no mundo a fora. Como exemplo, temos a Bofetada que, através da Cia. Baiana de Patifaria enfrentou uma década em cartaz, com criticas positivas do público e da imprensa.</p>
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		<title>Um local feito para todos</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 03:28:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intrigando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[*Foto tirada pelo site estantevirtual.com.br Por Lucas Rocha Os Sebos são locais muito desvalorizados pelas pessoas e guardam grandes obras, muitas vezes já extintas no mercado. Existem muitos sebos na cidade de Salvador, e a grande maioria encontram-se no Bairro da Piedade, nas redondezas da estação da Lapa. Apesar do grande volume desse segmento no [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=248&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-249" title="Foto Tirada pelo site estantevirtual.com.br" src="http://rondacultural.files.wordpress.com/2009/06/sebo-brandao-em-salvador4.jpg?w=510" alt="Foto Tirada pelo site estantevirtual.com.br"   /></p>
<p><span style="color:#888888;">*Foto tirada pelo site estantevirtual.com.br</span></p>
<p>Por Lucas Rocha</p>
<p style="text-align:justify;">Os Sebos são locais muito desvalorizados pelas pessoas e guardam grandes obras, muitas vezes já extintas no mercado. Existem muitos sebos na cidade de Salvador, e a grande maioria encontram-se no Bairro da Piedade, nas redondezas da estação da Lapa. Apesar do grande volume desse segmento no bairro, mesmo assim, muitas vezes passam despercebidos pelos pedestres que transitam pela região.<span id="more-248"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Duas hipóteses tentam explicar a origem do nome sebo. A primeira diz que o nome vem desde a época em que não havia energia elétrica e as pessoas ao lerem a noite sujavam e engorduravam as páginas dos livros com o sebo escorrido das velas, hipótese defendida no livro “Guia dos Sebos do Brasil”, de Jorge Brito. A mesma obra também expõe a hipótese de a origem do nome pode vir do fato de os carregadores dos livros, deixarem as obras com aspecto seboso, ao suarem durante o trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;">Os sebos surgiram na Europa no século XVI, chegando ao Brasil um século depois. Em Salvador, o primeiro Sebo a ser fundado foi o Sebo Brandão, há cerca de 60 anos em funcionamento.  Para o proprietário Eurico Brandão, o Sebo é o local onde deve ter livros fontes para pesquisadores e pessoas interessadas em fazer trabalhos mais densos. Ele afirma que apesar de não serem muito freqüentados durante o ano, os sebos tiveram um aumento significativo no início dos anos letivos, onde pais buscam os materiais didáticos solicitados pelas escolas em razão do preço.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar de não receberem nenhum destaque, os sebos prestam um trabalho inestimável para a população. Segundo o proprietário do Sebo Juvenil, localizado no segundo piso do Shopping Lapa, os sebos servem também para comercializar grandes obras que muitas vezes já foram perdidas pelo tempo. Olhando por este prisma, os sebos comportam em seu acervo obras raras. São encontradas obras das mais variadas, a exemplo do livro de Aristóteles publicado no ano de 1831, dentre outras relíquias, que não se vêem hoje nas livrarias.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma das desculpas mais usadas para tentar justificar o péssimo hábito de leitura dos brasileiros é que, no Brasil os preços dos livros são inacessíveis para a maior parte da população. Porém, essa hipótese cai por terra, quando o Sebo entra em cena, com preços mais em conta, e, mesmo assim, há mais gente interessada em saber de quem é o filho que uma artista famosa espera, ou com que roupa ir ao show, do que em comprar livros e estender seus conhecimentos.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rondacultural.wordpress.com/248/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rondacultural.wordpress.com/248/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rondacultural.wordpress.com/248/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rondacultural.wordpress.com/248/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rondacultural.wordpress.com/248/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rondacultural.wordpress.com/248/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rondacultural.wordpress.com/248/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rondacultural.wordpress.com/248/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rondacultural.wordpress.com/248/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rondacultural.wordpress.com/248/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rondacultural.wordpress.com/248/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rondacultural.wordpress.com/248/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rondacultural.wordpress.com/248/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rondacultural.wordpress.com/248/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=248&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Foto Tirada pelo site estantevirtual.com.br</media:title>
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	</item>
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		<title>A influência africana na formação baiana</title>
		<link>http://rondacultural.wordpress.com/2009/06/04/a-influencia-africana-na-formacao-baiana/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 03:22:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intrigando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Talita Caldas Todos os anos têm folia nas ruas e avenidas de Salvador envolvendo trio elétrico, música, dança, paquera e muita alegria, com opção para todos os gostos, tradições e idades. São blocos de axé, blocos afro, de pagode, de forró que intensificam a mistura. A percussão é uma composição fundamental no carnaval baiano, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=243&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-244" src="http://rondacultural.files.wordpress.com/2009/06/z-foto-talita.jpg?w=510" alt=""   /></p>
<p>Por Talita Caldas</p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align:justify;">Todos os anos têm folia nas ruas e avenidas de Salvador envolvendo trio elétrico, música, dança, paquera e muita alegria, com opção para todos os gostos, tradições e idades. São blocos de axé, blocos afro, de pagode, de forró que intensificam a mistura. A percussão é uma composição fundamental no carnaval baiano, que compõe os ritmos que fazem o coração do povão bater mais forte e tirar os pés do chão. Mas o engraçado é que a maioria desconhece a verdadeira identidade carnavalesca ou finge não conhecer. Passam um ano sempre esperando pela festa mais desejada. Os homens malham pesado para exibir o corpo definido e as mulheres fazendo dieta para alcançar o corpo desejado e nem ao menos se interessam pela verdadeira historia da maior manifestação mundial.<span id="more-243"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Costumamos ouvir que o carnaval é uma grande mistura étnica e de culturas. E de fato é! Não só pela questão do turismo internacional, mas pela mistura que remete todo princípio histórico do descobrimento do Brasil. Durante nossa formação fundamental, ouvimos falar sobre Pedro Álvares Cabral, caravela, pau-brasil, europeus e escravidão dos negros e índios. Até hoje, se têm marcas e cicatrizas visíveis desse período histórico. Vemos especificamente o sofrimento da sobrevivência humana registrada pelo preconceito.</p>
<p style="text-align:justify;">A manifestação carnavalesca reafirma tanto a mistura étnica, quanto o preconceito, vistos claramente nos blocos. A corda que protege o tão cobiçado bloco, é a mesma corda que proporciona aos cordeiros uma diversão mais próxima do desejado, também é a mesma que mantém a pipoca no seu devido lugar. Ou seja, os de pele branca com poder aquisitivo separados dos afrodescententes da classe baixa (baixíssima).</p>
<p style="text-align:justify;">É de se estranhar, porque a maioria dos foliões, sempre focam seus olhares apenas nos blocos tradicionais e ignoram os blocos afro? A falta de conhecimento gera o desinteresse sobre as raízes africanas. Nem imaginam que o som dos tambores e principalmente a dança são características da influência africana. O tão famoso bloco Araketu é um grande exemplo, pois surgiu da prática percussiva, que tinha como foco principal o resgate musical africano tradicional, adaptada a musicalidade brasileira e que foi acrescentando outros elementos ao longo do tempo, criando uma nova modelagem, mas sem deixar a raiz negra de lado.</p>
<p style="text-align:justify;">O samba de roda é uma das principais heranças, trazidas pelos negros escravos vindos da África, que originou o tradicional samba que temos nos pés. Essa dança é ligada aos cultos dos orixás e caboclos, à capoeira e a típica comida de azeite. O preconceito ainda habita a nossa sociedade, apesar de ser explícita a participação geral do povo baiano, numa cultura tão rica e interessante, na qual todos deveriam se informar. Têm pessoa que tenta tapar o sol com a peneira e renega suas origens, mas o fato é que o sangue africano dança em nossas veias.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rondacultural.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rondacultural.wordpress.com/243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rondacultural.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rondacultural.wordpress.com/243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rondacultural.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rondacultural.wordpress.com/243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rondacultural.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rondacultural.wordpress.com/243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rondacultural.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rondacultural.wordpress.com/243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rondacultural.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rondacultural.wordpress.com/243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rondacultural.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rondacultural.wordpress.com/243/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=243&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Teatro de rua</title>
		<link>http://rondacultural.wordpress.com/2009/06/04/teatro-de-rua/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 03:09:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intrigando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Alana Oliveira Teatro de Rua é considerado como um gênero do teatro popular apresentado em praças, ruas, avenidas e demais lugares públicos ao ar livre, em rodas de espectadores, normalmente ao nível do chão, e de maneira rápida, com iluminação e recursos técnicos precários. Muitas vezes, recursos inexistentes, ficando à mercê daquele ambiente. Estudos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=233&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-239" src="http://rondacultural.files.wordpress.com/2009/06/z-foto-alana1.jpg?w=510&#038;h=346" alt="" width="510" height="346" /></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Por Alana Oliveira<strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Teatro de Rua é considerado como um gênero do teatro popular apresentado em praças, ruas, avenidas e demais lugares públicos ao ar livre, em rodas de espectadores, normalmente ao nível do chão, e de maneira rápida, com iluminação e recursos técnicos precários. Muitas vezes, recursos inexistentes, ficando à mercê daquele ambiente.<span id="more-233"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Estudos afirmam que o teatro de rua surgido após a ditadura militar, foi resultado do esforço de uns poucos teatristas que foram às ruas lutar pela liberdade de expressão.</p>
<p style="text-align:justify;">Através da arte, estes grupos ganharam espaços em comunidades com a ajuda de sindicatos. Porém, diversas apresentações tiveram que ser realizadas em espaços abertos, passando assim, a ter a forma de teatro de rua, já que a falta de espaços físicos apropriados era uma grande dificuldade desses teatristas.</p>
<p style="text-align:justify;">Os artistas do teatro popular de rua são os responsáveis pela produção teatral dos bairros das capitais e de algumas cidades do interior. O exercício dessa profissão, contudo, se limita a umas poucas regiões, porque grande parte desses grupos não recebem a ajuda do governo até então.</p>
<p style="text-align:justify;">O Movimento de Teatro Popular de Rua da Bahia (MTR-BA) é a entidade representativa dos artistas e grupos de teatro de rua do estado da Bahia e congrega diversos grupos da capital e do interior, e tem como principal filosofia a implantação de ação cultural que garanta o acesso dos artistas e grupos aos meios de produção e circulação das suas produções e o acesso dos cidadãos à cultura, educação e a cidadania.</p>
<p style="text-align:justify;">A luta do MTR- BA prossegue batalhando por políticas públicas para o teatro de rua da Bahia, todavia a sua principal pauta de reivindicação, na atual conjuntura, é a regulamentação da Lei 8.638/03 que criou a Casa do Teatro de Rua da Bahia, cuja regulamentação dependerá de um regimento de funcionamento que deverá a ser discutido entre governo e sociedade civil, para estabelecer um paradigma da criação de uma Autarquia que planejará e executará as políticas públicas para o teatro de rua na Bahia.</p>
<p style="text-align:justify;">No dia 27 de março foi comemorado o dia mundial do teatro de rua com uma grande manifestação pelas ruas do centro de Salvador. A concentração começou as três horas da tarde na praça do Campo Grande seguindo em direção a praça Castro Alves. Foi marcada por encenações de diversos grupos de teatro de rua da Bahia e contou com a presença de diretores teatrais e escritores. O movimento também serviu para expressar opiniões políticas e reivindicar as questões ligadas ao teatro de rua.</p>
<p style="text-align:justify;">Enfim, o objetivo deste tipo de teatro é levar arte a todos gratuitamente e fazer com que as pessoas mudem sua rotina e apreciem um pouco de arte.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rondacultural.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rondacultural.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rondacultural.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rondacultural.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rondacultural.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rondacultural.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rondacultural.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rondacultural.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rondacultural.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rondacultural.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rondacultural.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rondacultural.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rondacultural.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rondacultural.wordpress.com/233/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=233&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A mescla da bicicleta</title>
		<link>http://rondacultural.wordpress.com/2009/05/30/a-mescla-da-bicicleta/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2009 03:23:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intrigando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Victor Menezes Ter dois trabalhos nos dias atuais é tarefa para poucas pessoas. Maurício Pedrão, 39, é músico e economista. Toca bateria na banda Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta, que faz um som rock, garagem e pop com pitadas de jazz, e trabalha na Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB). [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=192&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;"><img class="alignnone size-medium wp-image-208" title="2009 03 31 008 Pedrão Trabalho 1" src="http://rondacultural.files.wordpress.com/2009/05/2009-03-31-008-pedrao-trabalho-16.jpg?w=449&#038;h=403" alt="2009 03 31 008 Pedrão Trabalho 1" width="449" height="403" /></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
<p align="center">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Por Victor Menezes</p>
<p style="text-align:justify;">Ter dois trabalhos nos dias atuais é tarefa para poucas pessoas. Maurício Pedrão, 39, é músico e economista. Toca bateria na banda Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta, que faz um som <em>rock</em>, garagem e <em>pop</em> com pitadas de <em>jaz</em>z, e trabalha na Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB).<span id="more-192"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Junto com Ronei (líder e vocalista) ajudou a fundar a banda em 2003, mesmo sem pretensão no início.  A primeira ideia era simplesmente registrar as composições feitas por Ronei, e como já conheciam os outros dois integrantes, Sérgio Kopinski (baixo) e Edson Rosa (guitarrista) a união logo se concretizou. Antes disso estava sem banda fixa, jogava bola junto com Ronei, e frequentava um barzinho, sempre discutindo sobre música. Suas influências vão desde o <em>rock n’ roll</em> ao <em>jazz</em> por influência de seu pai, mas também lhe agradam a música popular brasileira, especificamente o samba. Toca há muitos anos e estudou na escola de música da UFBA até 2005.</p>
<p style="text-align:justify;">No quesito das duas funções de trabalho, para Pedrão as coisas aconteceram naturalmente. Formado em economia pela UFBA no ano de 1995, e feito mestrado na Unifacs em 2002, também foi por muito tempo <em>freelancer</em>. Sempre como baterista e tinha dúvida em qual carreira seguir. Nunca conseguiu decidir largar um de seus atributos. Gosta das duas profissões e crê que o destino fez seguir as duas mesmo e não largar nenhuma.</p>
<p style="text-align:justify;">Independentemente das variadas situações que encontra, Pedrão acredita que é possível viver de música. “Se você tiver um pouco de sorte, for bom, mas certamente você tem vai ter que tocar coisa que não gosta muito”. Ele afirma ser um sortudo. Toca o que gosta e declara que dá para ganhar algum dinheiro. “De maneira nenhuma é um sacrifício ser economista e baterista”. Cumpre as duas funções com tranqüilidade e prazer.</p>
<p>O que pesa daí por diante é a conciliação. “É a parte mais complicada”. “O Dia a dia, os ensaios, as reuniões da banda, e as viagens são programadas mais para o período de férias e em alguns finais de semana.</p>
<p style="text-align:justify;">O tempero dessa conexão traz num apoio de <em>jazz</em> e <em>rock</em>, formas bem conectadas entre o economista e o músico em geral, “apelando” pelo famoso jogo de cintura, para poder lidar, no seu caso, baterista, e as duas coisas se ajudam. Pedrão conta que não é totalmente fácil ajustar as tarefas. Ora tem ensaio, ora viagem, e as tarefas no trabalho. Mas com uma boa pitada de tempo, aliada a qualidade do profissional, ele corresponde o que se pede.</p>
<p style="text-align:justify;">Na Ronei Jorge o agendamento dos shows são cuidados pela produtora da banda, que o faz muito profissionalmente. Já na parte da contabilidade e gestão financeira, ele e o baixista Sergio Kopinski se envolvem mais, por terem facilidade no assunto. O designer cuida da parte gráfica, faz as capas dos CDs e cada um ajuda um pouco em suas outras funções.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Pedrão a cena <em>rock</em> baiana é vista com bons olhos. Ele não é propriamente um roqueiro nato. Também gosta de <em>jazz</em> e musica brasileira, mas vê muitas bandas legais, e artistas que tem se profissionalizado bastante, e com isso podem tocar em qualquer lugar do mundo. É bom lembrar que essa mesma cena musical baiana, não “sobrevive” apenas de <em>Axé Music</em>, e sim do bom e velho “<em>rock n’ roll</em> das antigas”, e cabe destacar que a Bahia é um poço de variados ritmos, mesmo que a mídia local e nacional não dê muito espaço para todos.</p>
<p style="text-align:justify;">Economia é um ramo totalmente diferente da música. Ao passo que uma implica em fatores financeiros e estatísticos, se confronta com o prazer de tocar um instrumento, sentir uma melodia, entra no clima musical. Poucas pessoas têm a capacidade de se interferir em duas ou mais áreas. Esse espaço é preenchido por uma mínima parcela da sociedade. Não que nenhuma outra pessoa não seja capaz, mas torna-se mais difícil o entrelaçamento de mais funções para uma pessoa pouco instruída e com pouca ou quase nenhuma habilidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Pedrão segue seu rumo, em seu ritmo próprio e quer alcançar escalas maiores e ao mesmo se divertir no trabalho mais sério e no desenrolar criativo da banda Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta.</p>
<p style="text-align:justify;">É dessa forma que sobrevive um ser “duplo” com funções duplas num mercado de trabalho conturbado e difícil.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rondacultural.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rondacultural.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rondacultural.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rondacultural.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rondacultural.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rondacultural.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rondacultural.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rondacultural.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rondacultural.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rondacultural.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rondacultural.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rondacultural.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rondacultural.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rondacultural.wordpress.com/192/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=192&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Elevador Lacerda</title>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2009 02:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intrigando</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Ivani Lima Inaugurado no dia 8 de dezembro de 1873, o Elevador Lacerda é considerado um dos maiores meios transportes do mundo. Seu idealizador foi o baiano Antônio de Lacerda, um engenheiro da Companhia de Transportes Urbanos deram início as obras em outubro de 1869, o projeto foi desenvolvido e todo seu material foi [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=184&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="elevador" src="http://rondacultural.files.wordpress.com/2009/05/elevador.jpg?w=602&#038;h=451" alt="elevador" width="602" height="451" /></p>
<p>Por Ivani Lima</p>
<p style="text-align:justify;">Inaugurado no dia 8 de dezembro de 1873, o Elevador Lacerda é considerado um dos maiores meios transportes do mundo. Seu idealizador foi o baiano Antônio de Lacerda, um engenheiro da Companhia de Transportes Urbanos deram início as obras em outubro de 1869, o projeto foi desenvolvido e todo seu material foi trazido da Inglaterra.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda quando projeto, o elevador era chamado Elevador Hidráulico da Conceição, depois de Elevador do Parafuso, mas em 1896 foi decidido pelo e Instituto Histórico e Geográfico da Bahia que em homenagem ao seu criador, ele seria denominado como Elevador Antônio de Lacerda, e anos mais tarde mais uma vez simplificados apenas para Elevador Lacerda.</p>
<p style="text-align:justify;"><img title="Mais..." src="http://rondacultural.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><span id="more-184"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Com 72 metros de altura, cerca de 191 pés, é sustentado por duas torres. Uma delas saindo das  rochas  da Ladeira da Montanha, ela serve para o equilíbrio das cabines. Enquanto a outra fica postada enfrente a rua, com vista para o mar da Baía de Todos os Santos, denominada de primeira torre, ligando até a Cidade Baixa.</p>
<p style="text-align:justify;">O funcionamento sempre foi através de um sistema hidráulico, bastante avançado para a época que proporcionava a multiplicação da força necessária para sustentar e erguer as cabines mesmo cheias. A sua função principal era que o elevador substituísse linhas de bonde que operavam ali na época, Calçada/Praça Cayru e Graça/ Praça Municipal.</p>
<p style="text-align:justify;">Até a década de 1890, essas empresas ainda mantinham serviços arcaicos, com bondes movidos a tração animal, mas que já eram suficientes para facilitar a ligação entre regiões. Para auxiliar na articulação vertical da cidade, entre cidade baixa e alta em 1897.<sup> </sup>(BRASIL, 2004, p. 34-37.)</p>
<p style="text-align:justify;">Somente em 1906 ocorreu a primeira reforma, na verdade era para incrementar o sistema elétrico e melhorar assim a segurança dos passageiros. Em 1930, a dupla cabine foram substituídas e inseriram mais duas, além das originais. As antigas transportavam 23 pessoas cada, agora passariam a transportar 27 e com mais segurança. Um ano depois o Elevador Lacerda viria a ganhar o seu atual design &#8220;artdecó&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">A fachada é totalmente redesenhada, incluindo a escada construída em alvenaria, porém em estilo colonial de madeira do pavimento superior permanece. A entrada que conecta os dois pavimentos principais é completamente redesenhada. Assim, praticamente todos os elementos do edifício posteriores foram demolidos e substituídos por novos elementos com desenhos que emulam a arquitetura colonial baiana. (NASCIMENTO, 1998:1)</p>
<p style="text-align:justify;">A prefeitura Municipal de Salvador passou a reconhecer o Elevador como patrimônio da cidade na década de 50, e após esse período começou a ser visto como cartão postal e ponto turístico de Salvador. Teve sua primeira revisão geral na estrutura  em 1997, ganhando alguns incrementos como a iluminação cênica para valorizá-lo ainda mais como monumento.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje Salvador ainda se divide geograficamente entre “cidade alta” e “cidade baixa” e somente um grande meio de transporte como o elevador para servir a essa grande cidade. Em média 28 mil pessoas passam por ele todos os dias, tanto turistas quanto os próprios baianos. Imponente e reconhecido também como um dos ícones mais importantes do turismo de Salvador, o Elevador Lacerda é muito mais do que um simples veiculo de ligação. Trata-se de um verdadeiro cartão-postal.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rondacultural.wordpress.com/184/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rondacultural.wordpress.com/184/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rondacultural.wordpress.com/184/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rondacultural.wordpress.com/184/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rondacultural.wordpress.com/184/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rondacultural.wordpress.com/184/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rondacultural.wordpress.com/184/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rondacultural.wordpress.com/184/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rondacultural.wordpress.com/184/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rondacultural.wordpress.com/184/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rondacultural.wordpress.com/184/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rondacultural.wordpress.com/184/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rondacultural.wordpress.com/184/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rondacultural.wordpress.com/184/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=184&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Kula Tecelagem</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2009 23:05:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Rachel Koerich Lauro de Freitas localiza-se na região metropolitana de Salvador. Dos 150 mil habitantes do município, 88% são negros descendentes de africanos que trabalharam nos engenhos de açúcar do Brasil Colônia. A Forte influência africana na região hoje é preservada por aproximadamente 54 casas de culto afro, dentre as quais de destaca o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=166&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-91" title="RachelvideoGRUPO-BANKOMA3" src="http://rondacultural.files.wordpress.com/2009/05/rachelvideogrupo-bankoma3.jpg?w=542&#038;h=361" alt="RachelvideoGRUPO-BANKOMA3" width="542" height="361" /></p>
<p>Por Rachel Koerich</p>
<p style="text-align:justify;">Lauro de Freitas localiza-se na região metropolitana de Salvador. Dos 150 mil habitantes do município, 88% são negros descendentes de africanos que trabalharam nos engenhos de açúcar do Brasil Colônia. A Forte influência africana na região hoje é preservada por aproximadamente 54 casas de culto afro, dentre as quais de destaca o Terreiro São Jorge Filho da Goméia.</p>
<p style="text-align:justify;">Criada em 22 de abril de 1995, a ASFJ (Associacão Sao Jorge Filho da Goméia)  se destaca pelo compromisso de preservar a cultura bantu, buscando a valorização da identidade étnica, de sua origem, inserida nas normas de ancestralidade africana.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-166"></span></p>
<p style="text-align:justify;">A associacão desenvolve também outras ações socioculturais e de preservação ambiental voltadas para a melhoria da qualidade de vida da comunidade, num trabalho de inclusão social. Dentre esses, está o projeto de tecelagem de tradicão para a geração de trabalho e renda, realizado pelo Artesanato Solidário/ ArteSol e pelo instituto Wal-Mart, em parceria com a ASJFG que valoriza as culturas tradicionais e a promoção dos patrimônios culturais.</p>
<p style="text-align:justify;">A tecelagem produzida em Lauro de Freitas tem origem africana e é emblemática da indentidade cultural baiana. Durante os projetos, os artesãos foram capacitados em oficinas das mais variadas, com ênfase no repasse do saber, no inventário e aperfeiçoamento de pontos, no aprimoramento de produtos e na gestão e organização da producão, sem esquecer as oficinas que enfocam identidade, cultura e cidadania. “Estamos criando um pólo de tecelagem nesta região com objetivo de fomentar a renda desta comunidade. Além da sede do projeto, nosso próximo passo é criar um catálogo e um site para mostrar as peças e viabilizar a sua comercialização”, reforça Raimundo Corrêa, organizador do projeto.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, os artesãos deram início as participações em diversos eventos comerciais. O projeto do ArteSol e o instituto Wal-Mart possibilitou também a reforma do espaço de trabalho dos artesãos. Atualmente 14 famílias já são beneficiadas com as ações do projeto Kula Tecelagem. Homens e mulheres da comunidade de Lauro do Freitas e do Terreiro São Jorge Filho da Goméia, com idade entre 19 e 53 anos, trabalham na tecelagem de vários produtos, entre os quais, o Pano da Costa (peça fundamental na composição de roupas de candomblé) que se tornou o carro-chefe. De acordo com Raimundo este produto está em alta no mercado. “Há uma procura muito grande pelo Pano da Costa, um artefato que, inicialmente era muito usado por pessoas do candomblé, mas que hoje, desperta a atenção de estilistas e tem uma grande procura no mercado”. Além do Pano da Costa, são fabricados jogos americanos, bolsas, cortinas, entre outros.</p>
<p style="text-align:justify;">O projeto busca atender mulheres artesãs chefes de família com baixa escolaridade. Além de promover a inclusão social destas mulheres, através da geração de trabalho e renda, o resgate do artesanato de tradição como atividade produtiva e cultural constitui um forte elo de transformação da vida local: aproxima gerações por meio da relação mestre/aprendiz e promove o sentido de pertença a um grupo pelo fortalecimento da identidade territorial e cultural.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rondacultural.wordpress.com/166/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rondacultural.wordpress.com/166/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rondacultural.wordpress.com/166/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rondacultural.wordpress.com/166/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rondacultural.wordpress.com/166/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rondacultural.wordpress.com/166/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rondacultural.wordpress.com/166/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rondacultural.wordpress.com/166/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rondacultural.wordpress.com/166/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rondacultural.wordpress.com/166/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rondacultural.wordpress.com/166/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rondacultural.wordpress.com/166/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rondacultural.wordpress.com/166/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rondacultural.wordpress.com/166/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=166&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Cultura e modernidade no Centro</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2009 22:55:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intrigando</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Ícaro Almeida e Ricardo Follador Salvador, terra de cantos e encantos, uma cidade que possui os pontos turísticos, o povo, a alegria, e que marca a história daqueles que passam por aqui. Um dos lugares que fazem parte dessa história, mas que andava esquecido com o passar dos anos, é o ex-Cine Guarani, que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=159&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-160" title="grandecineglauberfinal" src="http://rondacultural.files.wordpress.com/2009/05/grandecineglauberfinal.jpg?w=525&#038;h=350" alt="grandecineglauberfinal" width="525" height="350" /></p>
<p>Por Ícaro Almeida e Ricardo Follador</p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Salvador, terra de cantos e encantos, uma cidade que possui os pontos turísticos, o povo, a alegria, e que marca a história daqueles que passam por aqui. Um dos lugares que fazem parte dessa história, mas que andava esquecido com o passar dos anos, é o ex-Cine Guarani, que depois foi transformado em ex-Cine Glauber Rocha, e hoje depois de mais uma reforma é o Espaço Unibanco de Cinema Glauber Rocha.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-159"></span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">A nova reforma custou cerca de seis milhões de reais e tem patrocínio do Unibanco através da Lei do Audiovisual da Agência Nacional do Cinema (Ancine).</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Agora o espaço conta com quatro moderníssimas salas de cinema, um café, uma livraria e um mirante, além de uma fachada muito valorizada. Apesar da reforma, dos investimentos, os organizadores e mentores do projeto mantiveram traços ainda do antigo Cine Guarani no local. Como os índios guerreiros vermelhos pintados pelo artista plástico Carybé, além também de incluir nas paredes dos vários ambientes do espaço, imagens dos set’s de filmagens do cineasta brasileiro Glauber Rocha.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">“A ideia do projeto é não deixar ser esquecido um local que faz parte da cultura de Salvador. O Espaço Unibanco de Cinema, é o primeiro passo para a revitalização de um local que hoje anda quase abandonado, não estamos falando apenas de construções, estamos falando de história. A cidade de Salvador não pode se dar ao luxo de esquecer e abandonar o seu próprio Centro histórico, um local de grandes riquezas culturais, como o próprio ex-Cine Guarani”, diz Claudio Marques, idealizador e mentor do projeto de reforma do atual Espaço Unibanco de Cinema Glauber Rocha.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Está previsto para visitação do novo local, cerca de 400 mil pessoas no primeiro ano de funcionamento. Além de Cláudio Marques, que organiza a jornada Coisa de Cinema aqui em Salvador, fazem parte do projeto Ademar Oliveira, do espaço Unibanco, e Leon Kakof, organizador da mostra internacional de São Paulo. A ajuda financeira da iniciativa é do Unibanco, o Banco do Nordeste também faz parte através do financiamento. O Espaço conta ainda com o apoio do Instituto Moreira Sales, que inclusive está responsável pela parte fotográfica do local, que são os índios vermelhos nas paredes junto com as imagens de Glauber Rocha. O Cine Glauber Rocha é de posse do Governo do Estado e foi alugado pelo projeto Artplex por um período de 15 anos.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Quem tem a ganhar com isso somos nós habitantes de uma cidade, que não possui apenas o axé music e o acarajé como marcas principais, mas agora também um espaço dedicado ao cinema de grande qualidade.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rondacultural.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rondacultural.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rondacultural.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rondacultural.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rondacultural.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rondacultural.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rondacultural.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rondacultural.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rondacultural.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rondacultural.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rondacultural.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rondacultural.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rondacultural.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rondacultural.wordpress.com/159/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=159&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A história do fotógrafo Pierre Verger</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2009 22:37:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[*Foto tirada por Pierre Verger Por Isis Malta Nascido em Paris no ano de 1902, o fantástico Pierre Edouard Leopold Verger ou somente Pierre Verger, tinha uma boa condição financeira, mesmo assim preferiu optar por levar uma vida simples, sem luxos e extravagâncias, o que serve como exemplo para muito artistas por aí, que vivem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rondacultural.wordpress.com&amp;blog=7570610&amp;post=154&amp;subd=rondacultural&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-155" title="pierre-verger1" src="http://rondacultural.files.wordpress.com/2009/05/pierre-verger1.jpg?w=292&#038;h=310" alt="pierre-verger1" width="292" height="310" /></p>
<p><span style="color:#c0c0c0;">*Foto tirada por Pierre Verger</span></p>
<p>Por Isis Malta</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align:justify;">Nascido em Paris no ano de 1902, o fantástico Pierre Edouard Leopold<strong> </strong>Verger ou somente Pierre Verger, tinha uma boa condição financeira, mesmo assim preferiu optar por levar uma vida simples, sem luxos e extravagâncias, o que serve como exemplo para muito artistas por aí, que vivem de luxo. Verger preferiu viver exclusivamente dos seus trabalhos fotográficos mesmo ganhando pouco ou muito dinheiro com isso, uma atitude ousada para uma pessoa que não sabia se daria certo no ramo escolhido.</p>
<p style="text-align:justify;">No ano de 1932 Verger aprende a fotografar e decide começar suas viagens ao redor do mundo. A morte de sua mãe foi o fator decisivo para que ele tomasse essa decisão tornando-se um viajante solitário.<em> &#8220;A sensação de que existia um vasto mundo não me saía da cabeça e o desejo de ir vê-lo me levava em direção a outros horizontes&#8221; (Pierre Verger).</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span id="more-154"></span></em>Verger trabalhou para as melhores empresas de publicações da época, mais nunca se vangloriava da fama que possuía, na verdade ele nem gostava desse título de artista que lhe deram. Apesar de ser famoso, no mundo, ele sempre foi um homem simples, não se importava com o esplendor, mesmo tendo a todo tempo a sua volta. Foi negociando suas fotos ao redor do mundo, que conseguiu sobreviver e manter-se em suas longas viagens, que duraram 14 anos, passando por <a title="Taiti" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Taiti">Taiti</a>, <a title="Estados Unidos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos">Estados Unidos</a>, <a title="Japão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jap%C3%A3o">Japão</a>, <a title="China" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/China">China</a>, <a title="Itália" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/It%C3%A1lia">Itália</a>, <a title="Espanha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Espanha">Espanha</a>, <a title="Sudão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sud%C3%A3o">Sudão</a>, <a title="Mali" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mali">Mali</a>, <a title="Níger" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%ADger">Níger</a>, <a title="Índia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndia">Índia</a>, <a title="México" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9xico">México</a>, <a title="Filipinas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filipinas">Filipinas</a>, <a title="Vietnã" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vietn%C3%A3">Vietnã</a>, <a title="Guatemala" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guatemala">Guatemala</a>, <a title="Equador" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Equador">Equador</a>, <a title="Senegal" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Senegal">Senegal</a>, <a title="Argentina" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Argentina">Argentina</a>, <a title="Peru" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Peru">Peru</a>, <a title="Bolívia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bol%C3%ADvia">Bolívia</a>, chegando ao <a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a> em <a title="1946" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1946">1946</a>, mais precisamente na Bahia.</p>
<p style="text-align:justify;">Perdemos esse magnífico fotógrafo, mas antes ele nos deixou a sua casa, onde hoje funciona a Fundação Pierre Verger, contendo seus acervos fotográficos, livros que colecionava de suas viagens, quadros e material escrito por ele.<em> </em>Verger era claramente um artista que, através da fotografia, mostrava o mundo como ele o percebia. Era essa a sua maior característica, fotografar as imagens do dia-a-dia, pegar momentos inesperados e não ficar fazendo poses aqui e ali. Suas fotografias foram publicadas em revistas como a <a title="Paris-Soir (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Paris-Soir&amp;action=edit&amp;redlink=1">Paris-Soir</a>, a <a title="Daily Mirror" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Daily_Mirror">Daily Mirror</a> (com o pseudônimo de <em>Mr. Lensman</em>), <a title="Life Magazine (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Life_Magazine&amp;action=edit&amp;redlink=1">Life</a>, e <a title="Paris-Match (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Paris-Match&amp;action=edit&amp;redlink=1">Match</a>. Porém, detestava ser nomeado assim. Essa palavra “arte” era invenção dos críticos, segundo ele, só fotografava por gosto, um prazer imensurável que sentia pela fotografia.</p>
<p style="text-align:justify;">Suas fotografias, além de serem meio ou até mesmo completamente poéticas, elas trazem também um forte conteúdo documental, principalmente nas fotos que foram realizadas aqui no Brasil. Verger se encantou com a Bahia assim que chegou, e como já era de seu costume fotografar negros e mulatos, aqui ele se viu com um prato cheio e recheado com tanta melanina corporal. Muitas das fotografias realizadas aqui aproximaram-se muitas vezes do conceito de foto-reportagem. A maior parte de seu material fotográfico era feito em preto e branco, pois ele dizia que o colorido tirava o foco da cena e das pessoas e levava para as cores que ali estavam.</p>
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